Nesta página reunimos conteúdos sobre segurança em condomínios, escolas e organizações, com foco na prevenção de riscos, na tomada de decisões responsáveis e na base jurídica necessária para evitar conflitos e processos desnecessários.
Os textos abordam temas atuais da segurança patrimonial e institucional, sempre aplicados à realidade brasileira, considerando limites legais, responsabilidades e impactos práticos das decisões adotadas no dia a dia.
O objetivo é oferecer informações claras e técnicas para síndicos, gestores escolares, administradores e profissionais da área, contribuindo para uma segurança mais consciente, eficaz e juridicamente sustentada.
28/01/2026
A partir do caso do cachorro Orelha, o texto alerta que a violência é fruto da ausência de limites, de empatia e de consequências. Defende que segurança escolar começa na leitura de comportamento e na intervenção precoce, não apenas em estruturas físicas, e que ignorar sinais é sempre um risco para a vida e para a convivência social.
15/01/2022
O artigo analisa o uso de drones no monitoramento de condomínios sob a ótica legal, operacional e de privacidade. Embora não sejam proibidos, os drones estão sujeitos a regras rigorosas e podem gerar riscos jurídicos relevantes, especialmente quando integrados a operações de vigilância contínua. O texto destaca a importância de base jurídica, critério técnico e planejamento para evitar conflitos e processos desnecessários.
11/01/2026
O texto afirma que comportamentos de risco na escola não são responsabilidade do vigilante, mas do setor pedagógico. Defende que esses comportamentos se desenvolvem de forma gradual e precisam ser identificados precocemente por professores e gestores. Segurança escolar eficaz é prevenção, com papéis bem definidos, cultura de reporte e atuação integrada, não reação tardia.
02/01/2026
O texto destaca que a cultura organizacional impacta diretamente a saúde mental e os resultados. Afirma que cultura é prática diária, guiada pela liderança e pela clareza de papéis, e que escolhas responsáveis são essenciais para ambientes sustentáveis.
20/12/2025
O texto reforça que o vigilante não é policial, não possui poder de polícia e só pode atuar dentro dos limites legais e contratuais. Destaca que exigir abordagens, revistas ou intervenções fora desse escopo gera riscos jurídicos e operacionais. Segurança eficiente é respeito à lei, clareza de papéis e responsabilidade compartilhada.
11/01/2026
O texto afirma que comportamentos de risco na escola não são responsabilidade do vigilante, mas do setor pedagógico. Defende que esses comportamentos se desenvolvem de forma gradual e precisam ser identificados precocemente por professores e gestores. Segurança escolar eficaz é prevenção, com papéis bem definidos, cultura de reporte e atuação integrada, não reação tardia.
O texto esclarece que o vigilante escolar não deve atuar como mediador de conflitos, pois sua função é exclusivamente a segurança, conforme a Lei nº 7.102. A mediação é responsabilidade da escola e de sua equipe pedagógica. A confusão de papéis gera desvio de função e riscos jurídicos. Segurança escolar eficaz exige clareza de responsabilidades e atuação técnica bem definida.
O artigo analisa o uso de drones no monitoramento de condomínios sob a ótica legal, operacional e de privacidade. Embora não sejam proibidos, os drones estão sujeitos a regras rigorosas e podem gerar riscos jurídicos relevantes, especialmente quando integrados a operações de vigilância contínua. O texto destaca a importância de base jurídica, critério técnico e planejamento para evitar conflitos e processos desnecessários.
O artigo destaca a importância da discrição e ética na segurança, alertando contra a prática de expor clientes como forma de marketing. Usar clientes como “vitrine” pode comprometer a confiança, a privacidade e gerar riscos desnecessários, enfatizando que a verdadeira segurança se baseia no respeito à confidencialidade.
12/11/2025
O artigo explica como a inteligência emocional atua como fator preventivo da violência escolar, mostrando que a incapacidade de lidar com emoções pode gerar insegurança e conflitos no ambiente educacional. Destaca que a liderança emocional — por parte de gestores, professores e famílias — constrói confiança, empatia e senso de responsabilidade, elementos essenciais para uma cultura escolar segura.
Criar conexão emocional para exceder as expectativas dos clientes. - 04/09/2019
O texto ressalta que experiências memoráveis são construídas ao superar expectativas e criar conexão emocional com o cliente. Demonstra que, quando a experiência gera valor, a fidelização e a recompra aumentam. O exemplo da The Walt Disney Company evidencia que pequenos detalhes e uma cultura focada na experiência diferenciam a marca, fazendo com que o cliente escolha qualidade e não preço.
Como criar uma cultura de cuidados que gere engajamento de funcionários - 29/08/2019
O texto reforça que a cultura de cuidado começa com atitudes simples do líder, como elogiar, ouvir e agir com empatia diante das dificuldades da equipe. Destaca que profissionais valorizados entregam melhores resultados e maior engajamento. O exemplo da The Walt Disney Company mostra que cuidado genuíno não exige investimento financeiro, mas postura, atenção e respeito, em contraste com modelos de liderança autoritários e ultrapassados.
Quem é o verdadeiro Empreendedor
26/04/2019
O texto amplia o conceito de empreendedorismo, destacando propósito, resiliência, riscos calculados e aprendizado com os erros. Apresenta o empreendedor como líder que cresce com a equipe, ouve, respeita pessoas e transforma dificuldades em evolução.
A Empatia e a Cultura de Excelência nas Empresas e Escolas - 07/03/2019
O texto apresenta a empatia como habilidade essencial para relações mais equilibradas, destacando a importância de compreender sentimentos, ouvir com atenção e agir com respeito. Mostra que, quando estruturada como cultura, a empatia gera experiências melhores e ambientes mais humanos.
Inteligência Emocional na Segurança Privada, por que ela é tão necessária
27/02/2019
O texto destaca a inteligência emocional como base para uma atuação segura na Segurança Privada, afirmando que segurança exige equilíbrio, técnica e estratégia. Ressalta que autocontrole, empatia e treinamento contínuo reduzem riscos e fortalecem decisões responsáveis.